sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

iPad completa 2 anos!

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No dia 27 de janeiro de 2010, Steve Jobs anunciava, em uma conferência para a imprensa na Yerba Buena Center for the Arts em São Francisco, o lançamento do iPad!

No Brasil, o tablet começou a ser vendido no dia 3 de dezembro do mesmo ano.



COMO O IPAD MUDOU OS COSTUMES?
  1. Consumerização. Com a facilidade do manuseio do produto, não demorou muito para que ele caísse nas mãos das pessoas – que quiseram levar essa experiência para o meio corporativo. A Apple teve papel importante e é uma das principais agentes de consumerização no mundo corporativo. Nunca vimos tantos executivos e funcionários querendo ter a mesma experiência de casa para o escritório;
  2. Corporativo perde espaço para pessoal. Este item está muito ligado à consumerização. Se, anteriormente, fabricantes de tecnologia olhavam para empresas quando se propunham a lançar uma tecnologia para, depois, oferecer uma versão específica, e com menos funcionalidades, ao consumidor residencial, este cenário, hoje, é inverso. O tablet forçou o sentido contrário: como as pessoas primeiro compraram o iPad para uso pessoal e levaram o produto para dentro da empresa, o processo mudou;
  3. Perda de atratividade dos netbooks. Lançado em 2007, o conceito de computador com menos memória e facilidade de navegação na web foi considerado como um potencial paladino da massificação da internet – por conta de seu preço menor, em especial para parcelas da população com menor poder aquisitivo – e da tecnologia em setores como educação. “De um lado vimos, quatro anos atrás, uma explosão da vinda de netbooks. Quando chegou o tablet, tudo mudou: a cada tablet que é vendido, um netbook permanece nas prateleiras. Houve uma substituição dessa compra”, disse Belfort. Segundo o analista, o poder do tablet em relação ao notebook se dá, especialmente, por sua facilidade de uso, tão apregoada como intuitiva. Quem nunca conseguiu mexer em um computador, no tablet consegue abrir capa, apertar o ícone e navegar. Nunca vi um aparelho tão fácil de usar;
  4. Segurança: CIOs olham, agora, com atenção a estratégia da segurança da informação por meio do Mobile Device Management (MDM, ou gestão da mobilidade). Se antes apenas executivos de alto escalão ganhavam um smartphone BlackBerry da diretoria para acessar os e-mails e ter acesso a algumas aplicações, hoje, qualquer um conecta seu tablet ou smartphone ao wi-fi da empresa e quer integrar seu Outlook no dispositivo. Com tantas portas abertas, não há como fechar os olhos para o aumento da exposição da rede e necessidade de contenção de invasões. Não é um bicho de sete cabeças, mas é uma nova aplicação, e leva algum tempo até que gerentes de tecnologia se acostumem;
  5. Melhoria no ensino. O segmento de educação é um grande potencial consumidor para esse tipo de dispositivo. E neste âmbito existe espaço para todos: alunos com alto poder aquisitivo, que estudam em faculdades particulares, vão optar por um tablet high end, da Apple. Já escolas públicas vão se valer de modelos mais baratos – provavelmente com o sistema operacional Android – para inserir alunos no ambiente digital. No Brasil, onde a exclusão digital é uma realidade, seria um dos primeiros contatos da pessoa com um computador. Claro que é necessário um barateamento do produto para que isso se torne uma tendência.

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