O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

A vida das pessoas mais ricas do mundo estão aqui no blog para você conhecer de perto.

Mc Donalds

A história da maior e melhor rede de fast food do mundo.

Tecnologia

Conheça tudo o que tem de mais inovador no mundo da tecnologia.

Brilhante Laços

Fábrica de laços e acessórios para cães e gatos.

Patrocinadores

Conheça nossos pacotes e promoções para anunciantes, e leve seu negócio para os milhares de leitores do blog.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Faça o teste aqui e descubra se você tem Perfil Empreendedor

Um teste bem interessante pra você fazer e saber se tem Perfil Empreendedor, caso o teste não dê o que você espera, você poderá analisar as perguntas e mudar de postura e atitude, pois todas as pessoas podem ser empreendedores de sucesso.

O teste eu tirei do site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Lançar-se num empreendimento exige atenção para uma diversificada gama de questões de diferentes características. Mais do que dominar uma ou algumas áreas específicas do negócio, o futuro empresário deve desenvolver conhecimentos e habilidades em diversas frentes para ser bem-sucedido. Este teste pode ajudá-lo a refletir sobre o quanto você está preparado para empreender.

Clique AQUI para fazer o TESTE

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Futebol está na moda no mundo dos negócios

Copa do Mundo dá força à expansão de lojas temáticas de futebol em 2010

Somente rede dedicada ao Corinthians pretende abrir 40 unidades.
De acordo com especialistas, torcidas são clientes fiéis

Rede Poderoso Timão
No ano passado, as lojas que vendem produtos para torcedores de futebol ignoraram a crise. O segmento se prepara para um forte crescimento em 2010, auxiliado não só pelo otimismo maior da economia, mas também pela Copa do Mundo da África do Sul, que deixará o esporte ainda mais em evidência.
Somente a rede Poderoso Timão deverá abrir mais 40 lojas até o fim do ano, de acordo com André Giglio, sócio-diretor da consultoria Francap, responsável pela gestão da franquia criada em parceria com o Corinthians em 2008. A rede fechou o ano passado com 60 lojas, todas na região Sudeste.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Empresas que "venderam" o Carnaval de Salvador tiveram lucros milionários


Só o consórcio OCP/Tudo deverá receber mais de R$ 4 milhões (20% de R$ 20 milhões), pelo trabalho que durou pouco mais de 90 dias Foram mais de 200 marcas expostas em 25 kms dos 3 circuitos da festa no centro da cidade e mais outros 52 kms nas principais avenidas, desde o Aeroporto até as entradas rodoviárias. Itaú, Nova Schin, Petrobras e Governo da Bahia compraram cotas de R$ 3,1 milhões; a Samsung ficou com uma de R$ 1 milhão, enquanto a Revista Contigo, Rádio Transamérica, SBT e Shopping Iguatemi entraram, cada um, com R$ 150 mil. Todas as empresas acham que valeu a pena o investimento.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Blog Colunas de Hércules no Carnaval



Estou saindo de São Paulo agora, indo para esse lugar lindo - Praia da Ferrugem, Garopaba-SC.
Então o blog vai tirar aquelas férias que todo brasileiro tem direito - O Carnaval .

Aproveitem com segurança. Voltaremos dia 18/02/2010.

E não se esqueçam: " Usem Camisinha"


COMENTE !!!
Apoio:

Carnaval de lucros


A indústria bilionária da folia envolve um exército de empreendedores ainda carentes de organização e planejamento
Os desfiles de Carnaval marcam a apoteose de uma complexa cadeia de negócios envolvida na preparação da festa em todo o país. Desde o desmonte das estruturas de desfile até o planejamento do início da próxima temporada, empreendedores dos mais diversos setores lutam para garantir sua fatia nesta indústria. Todos os anos, artesãos, costureiras, mecânicos, eletricistas, arquitetos, bailarinos, coreógrafos, músicos e donos de lojas planejam ações para ampliar o faturamento que vem com folia. "É uma economia permanente que envolve desde o vendedor de sanduíche até o músico, passando por empresas importadoras de insumos e fabricantes de adereços", revela Heliana Marinho, gerente da área de desenvolvimento da economia criativa do Sebrae-RJ.

Mensurar o tamanho deste segmento é tarefa árdua. Os dados são dispersos e a informalidade grande. Alguns números levantados nos principais polos dão pista de que se trata de um mercado bilionário e composto por mão de obra intensiva. A empresa de turismo de Salvador (Saltur) calcula que R$ 1,07 bilhão em negócios foi gerado na capital baiana por conta do Carnaval em 2009. Deste total, mais de R$ 100 milhões respondem pelo consumo de bebidas. Já os bares, restaurantes e lanchonetes faturaram R$ 60,5 milhões durante a temporada. Ao todo, o Carnaval criou 220 mil postos de trabalho na cidade. A medição vai de outubro a fevereiro.
Em Pernambuco, a Secretaria de Turismo de Recife espera, para este ano, 700 mil foliões, que devem deixar na capital e na vizinha Olinda R$ 400 milhões. Considerando todo o Estado, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) estima gastos de R$ 101,2 milhões. "Estimamos que 2,2 milhões de pessoas brincarão o Carnaval pernambucano. O gasto médio dos foliões durante a festa no interior deve chegar a R$ 46,00", afirma Luciana Azevedo, presidente da Fundarpe.

Já no Rio de Janeiro, os números baseiam-se no estudo "Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval ", realizado com dados de 2006. Pelo levantamento, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro (Sedeis) estima que o Carnaval movimente mais de R$ 700 milhões por ano e mobilize 470,3 mil trabalhadores. "Estamos encontrando métricas para medir os negócios que são resultado do Carnaval . Para isso, apostamos na organização de arranjos produtivos locais para formalizar quem trabalha com este segmento", diz Dulce Angela Arouca Procópio de Carvalho, subsecretária de Estado de Comércio e Serviços.

O número parece tímido para a indústria carnavalesca mais madura do país. Mas o estudo é uma amostragem que avaliou apenas os gastos com escolas de samba do grupo especial (12 agremiações). Leva em conta as atividades diretas - que envolvem as ações necessárias para a realização do desfile - e indiretas, a exemplo das cadeias do turismo, audiovisual, editorial e indústria de alimentos e bebidas.
Para os cariocas, o Carnaval é um importante produto, que movimenta segmentos que estão além do grupo especial. Pelas expectativas da Riotur, empresa de turismo do município, 730 mil turistas devem visitar a cidade no feriado e gastar US$ 528 milhões. Para se ter uma ideia da importância da festa, a Riotur calcula que o saldo do verão inteiro (dezembro a março) será de 2,6 milhões de turista e renda de US$ 1,876 bilhão. No ano passado, o movimento foi de 719 mil turistas que gastaram US$ 521 milhões durante a festa.

Segundo a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), cada agremiação do grupo especial gasta em média R$ 5 milhões por ano. Chico Marins, diretor de cultura e desenvolvimento da escola de samba Porto da Pedra, diz que a renda total das escolas principais está na faixa de R$ 60 milhões e é gerada pelos próprios desfiles. Só a bilheteria neste ano deve render, segundo a Liesa, R$ 42 milhões. Desse total, 53,5% são distribuídos entre as agremiações, a outra fatia paga os custos com a realização do evento como aluguel do sambódromo, segurança etc. A Liesa ainda fatura com direitos de transmissão dos desfiles. "Há uma economia importante também no grupo de acesso - cujo número de escolas é de 60 - que ainda não conseguimos mensurar", destaca Heliana.

As escolas, que figuram como pessoas jurídicas, contratam costureiras - cada barracão mantém em média 300 profissionais para a confecção de fantasias -, marceneiros, carpinteiros, eletricistas, mecânicos, designers, carnavalescos, entre outros. "Temos de realizar um desfile com 3,5 mil componentes, construir carros alegóricos, organizar ensaios e ficar atentos a todos os detalhes", diz. "Mantemos no barracão o coração da escola e distribuímos para os prestadores de serviço o restante da produção", explica Marins. Na terceirização, ele ainda destaca boas oportunidades para historiadores e captadores de recursos. "Há muita pesquisa envolvida e a busca por patrocínio já está profissionalizada."

Heliana estima que um carnavalesco ganhe entre R$ 200 mil e R$ 300 mil por ano. Este atrai uma cadeia artística que envolve designers, coreógrafos, puxadores de samba, compositores e músicos. Esses profissionais, juntamente com as celebridades, consomem boa parte do orçamento reservado para mão de obra. "A maioria dos envolvidos (90%) tem renda mensal de um salário mínimo", comenta.

Para ampliar a renda, o governo fluminense prevê a estruturação administrativa e financeira das escolas de samba e dos polos de produção de artigos para o Carnaval . Entre os arranjos na mira da Sedeis e do Sebrae estão o de bordados em Barra Mansa, o de máscaras em Barra do Piraí e o de sapatos, em São João do Meriti. Nessas localidades, o foco está na qualificação profissional e na formação de cooperativas. "Em Barra Mansa, são 800 bordadeiras que pretendemos engajar", diz Dulce Angela.

A estratégia anima profissionais como Sandra Maria Anastácia, bordadeira de Barra Mansa que ainda lucra pouco com a festa. Segundo ela, a demanda por bordados de fantasias aumenta entre setembro e fevereiro. "Consigo faturar apenas R$ 120,00 por mês bordando fantasias. Em cooperativa, conseguiria negócios melhores."

Na Bahia, o arquiteto Renato Bittencourt Neto fatura com a montagem de camarotes. Segundo ele, 40% de sua renda anual (estimada em R$ 500 mil) já está relacionada ao Carnaval.


COMENTE !!!

Apoio:

TOP 10 POSTAGENS MAIS LIDAS

Receba nossos artigos por e-mail:

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More