O Valor de uma Ideia Genial

Você já teve alguma idéia genial?

Mundo: A Farsa do Crescimento Chinês

Parece cena de seriado, as cidades fantasmas que a China levanta para manipular o PIB do país

Luxo: Conheça tudo sobre a casa mais cara dos Estados Unidos

A vida das pessoas mais ricas do mundo estão aqui no blog para você conhecer de perto.

Mc Donalds

A história da maior e melhor rede de fast food do mundo.

Tecnologia

Conheça tudo o que tem de mais inovador no mundo da tecnologia.

Brilhante Laços

Fábrica de laços e acessórios para cães e gatos.

Patrocinadores

Conheça nossos pacotes e promoções para anunciantes, e leve seu negócio para os milhares de leitores do blog.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Existe empreendedores no Brasil ?



Empreendedor é o termo utilizado para qualificar aquele indivíduo que detém uma forma especial, inovadora, de se dedicar às atividades de organização, administração, execução; principalmente na geração de riquezas ou renda(agregar valor ou o lucro ao trabalho), na transformação de conhecimentos e bens em novos produtos – mercadorias ou serviços; gerando um novo método com o seu próprio conhecimento. É o profissional inovador que modifica, com sua forma de agir, qualquer área do conhecimento humano.

Pessoas como o Bill Gates, Steve jobs, Steve Chen, Mark Zuckerberg já se enquadraram nessa descrição quando tinha entre 18 e 25 anos e são hoje bilhonários empresários de sucesso.

Você conhece algum no Brasil?

A cultura norte-americana descreve como empreendedores aqueles jovens que criam projetos na garagem de casa enquanto ainda fazem faculdade e suas idéias "revolucionárias" atraem milhões de dólares em investimentos o que torna o seu projeto concretizado, tornando-se uma grande empresa em pouco tempo.
O herói de cinema mesmo, que não tinha nada além de uma idéia maluca de algo que ainda não existia e passa em meses a render bilhões de dólares, com milhoes de clientes em todo o mundo. Um império criado a partir de uma simples idéia de garagem e lousa branca, como a de fazer um site de videos (You Tube).

O capital de risco lá é atraído apenas pelo arrojo e idéias de qualquer pessoa, seja um jovem ou um senhor de 70 anos.

No Brasil as coisas são muito diferentes, aqui o estereótipo do empreendedor é daquele senhor, empresário experiente, com bons contatos profissionais, bem sucedido, que "merece", é digno de estar ali pelo fato de ter começado seu  império sem a ajuda de ninguem, sem investimentos, vendendo seu carro ou sua casa, ai somente depois de ralar por 10 anos e conseguiur criar uma empresa estável é que ele atraiu investimentos de "Risco", que risco?.. qual o risco de se investir em uma empresa que fatura 800 milhões por ano ?


Aqui o empreendedor é valorizado pelo seu trabalho, seus esforços e merecimento de chegar onde chegou em anos, saindo de baixo, trabalhando nas ruas pra depois chegar ao topo... logo ele é um senhor de no minimo 55 anos, aposentado, vencedor !!!

Lá o empreendedor é reconhecido pela suas ideias e arrojo em acreditar naquilo e torná-lo um sucesso, mas pra isso ele precisa de investimentos. Muitas vezes, como no caso do Facebook, o seu fundador é afastado quando a empresa está madura, pois já não serve para a empresa, sua idéia foi ótima, empreendedora, mas é isso que ele pôde fazer pela empresa, ele não é um engenheiro, nem um especialista formado, é somente um empreendedor revolucionário.

No Brasil a nossa cultura é assim, conservadora demais, há poucos anos o ápice do sucesso profissional era se tornar um funcionário público, trabalhar não dava dinheiro, a não ser que você fosse DOUTOR, como eram chamados os médicos, advogados e engenheiros.
Ter um negócio proprio começou a acontecer como um plano B para os desempregados, esses abriram os primeiros comércios, como a primeira Casas Bahia, ou a primeira barraquinha de camelô do Silvio Santos.

Quando analisamos as histórias mais conhecidas de empresários de sucesso brasileiros, vemos que o empreendedorismo não foi bem uma escolha, mas uma condição de vida. Toda essa carga de luta e sacrifício vivida mesmo pelos empreendedores natos reforçou a ideia do negócio próprio como uma espécie de plano B. Ou seja, o escape de uma carreira num beco sem saída, uma opção ao desemprego ou ainda a única oportunidade de ficar rico — isso após ficar sem perspectiva de crescimento dentro da “firma”. Pensar em satisfação pessoal ou profissional ainda passa longe da cabeça da média dos trabalhadores.

O motivo para se ter um negócio próprio estava longe de ser uma realização pessoal, era mais uma forma de ganhar dinheiro, ter comida em casa, etc.

Espero que a chamada geraçao "Y" comece a mudar essa "tradição" nacional, pois nós temos sim capacidade e criatividade para formar empreendedores, o que falta é mudar a cabeça das pessoas que tem potencial para investir e apoiar essas idéias...

Eu recomendo a vocês lerem a história  do Steve Jobs postada aqui no blog.
E assistirem o filme: Piratas do Vale do Silicio.

Obrigado, e não esqueçam de comentar.

PS. esse post não terá English Version, pois trata-se de um interesse nacional.



-----------------------------------------------------------
Apoio:



domingo, 20 de setembro de 2009

Você sabia que a mídia mudou ?

O quarto vídeo (4.0) da série " Did You Know ? " da  Xplane destaca as mudanças da mídia mundial e o seu potencial de atingir, de diversas formas, as pessoas em todo o mundo em questão de segundos, com dados muito interessantes, esse video mostra o quanto é importante as empresas se adaptarem a essa nova mídia para poder se aproveitar ao máximo de suas vantagens.

O vídeo é direcionado para os norte-americanos e está em inglês, mas como a mídia está expandida em todo o mundo, através da internet principalmente, serve como fonte valiosa de informação para nós empreendedores brasileiros repensarmos nossas estratégias de maketing e sabermos aproveitar melhor esse "boom" da mídia

Assistam abaixo, e não se esqueçam de comentar:





-----------------------------------------------------------
Apoio:



sábado, 19 de setembro de 2009

A História da Starbucks, uma empresa diferente.

O livro "A Estratégia Starbucks" não e um simples livro sobre a história dessa empresa fantástica, nem somente sobre negócios, é um livro que irá te ajudar a ser uma pessoa melhor e obter sucesso em qualquer caminho que seguir. Ele é o que eu chamo de “auto-ajuda empreendedora”, porque é sobre negócios, mas também te dá dicas de como ter um perfil empreendedor. Leitura obrigatória se você quer conhecer os segredos do sucesso desta grande empresa e, principalmente, se você quer se tornar um empresário ou profissional bom, e chegar ao topo.

Antes de destacar os 5 princípios mais importantes que contém no livro , eu vou apresentar a empresa a quem ainda não a conhece, pois ela não é muito famosa no Brasil, pois só existe algumas lojas, 18 no total, e todas localizadas no trecho Rio de Janeiro - São Paulo.
A Starbucks é a empresa multinacional com a maior cadeia de cafeterias do mundo, tem sua sede em Seattle, Washington, EUA. A companhia teve seu nome inspirado em parte pelo personagem Starbuck do livro Moby Dick, e seu logotipo é um desenho de uma sereia.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Brasil ganha espaço e chega ao 10º lugar em preferência do investidor.

Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer aos leitores que comentam sobre meus posts, vocês me ajudam muito na melhoria do blog, obrigado.

Relatório é da Sobeet, que acompanha empresas multinacionais. Economia brasileira se tornou mais internacionalizada que a da Rússia.





O fluxo de Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) para o Brasil aumentou 30,3% em 2008 na comparação com 2007, para US$ 45,1 bilhões. Para o período, a média mundial foi de queda de 14,2%, para US$ 1,697 trilhão. O país passou a ocupar a 10ª posição no ranking mundial de ingresso de capitais.

A conclusão é do relatório sobre o volume de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no mundo em 2008, elaborado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) a partir de dados da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

Entre as economias desenvolvidas, o fluxo de IED teve retração de 29,2%, para US$ 962,3 bilhões. Para as economias em desenvolvimento, o fluxo de investimentos aumentou 17,3% para US$ 620,7 bilhões e, para a América Latina, o crescimento foi de 13,2% para US$ 144,4 bilhões.
Internacionalização

Como eu já tinha citado no blog, o Brasil se tornou no ano passado a economia mais internacionalizada dos Brics, grupo de países emergentes que inclui Rússia, Índia e China, além do Brasil.

Na proporção entre o estoque de IED realizado e o Produto Interno Bruto (PIB) de cada país, o Brasil apresenta a melhor relação, de 18,3%. Foi a primeira vez que o país superou a Rússia na atração de investimentos comparativamente ao seu PIB. A Rússia, que até então liderava o ranking, teve investimentos equivalentes a 12,7% do seu produto interno em 2008.

Os investimentos na Índia corresponderam à proporção de 9,9% de seu PIB e na China, de 8,7%. Segundo dados da Unctad,a média de investimento estrangeiro no mundo em relação ao PIB global é de 26,9%, o que indica que há um potencial de crescimento considerável para o Brasil e os demais países do grupo Bric.

"Nunca a percepção do investidor estrangeiro foi tão positiva em relação ao Brasil quanto agora", avalia o presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima. Segundo ele, essa melhora na avaliação dos estrangeiros deve-se aos bons fundamentos da economia brasileira, que se mantiveram sólidos mesmo em meio à crise econômica global.
Ranking global
Essa visão das empresas estrangeiras em relação ao Brasil fez com que o país subisse quatro posições no ranking dos principais destinos de investimentos no ano passado.

Em 2007, o Brasil ocupava a 14ª posição nesta lista, com investimentos de US$ 34,6 bilhões. No ano passado, o Brasil subiu para a 10ª colocação, recebendo o ingresso de US$ 45,1 bilhões.

Economias sólidas com as da Alemanha, Canadá e Itália, por exemplo, perderam posições e ficaram atrás do Brasil em 2008. E de acordo com a Unctad, o Brasil deve melhorar ainda mais nesse ranking e atingir o 4º lugar até 2011.

Para Lima, o Brasil deve encerrar este ano recebendo um fluxo de US$ 25 bilhões. "O valor é menor que os dos dois últimos anos, mas superior aos de outros países, que estão caindo tanto ou mais que nós", explicou o presidente da Sobeet.

Uma outra característica do Brasil ressaltada no estudo é que o aumento do IED em 2008 superou o crescimento dos investimentos das empresas nacionais no país, ao contrário do que ocorreu no restante do mundo.

No Brasil, enquanto o IED aumentou 30,3% de 2007 para 2008, o investimento de empresas nacionais na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 13,8%. "Os outros estão vendo o Brasil com um olhar mais favorável que os próprios brasileiros e, além disso, para o resto do mundo, a previsão de crescimento não é tão boa", analisou o presidente da Sobeet.

Não esqueça de comentar, a sua opinião é muito importante.


-----------------------------------------------------------

Apoio:



English Version- Brazil gains space and reaches the 10th place in the investor's preference.

The Foreign Direct Investment (FDI) in Brazil increased 30.3% in 2008 (U.S. $ 45.1 billion). The world average was down 14.2% (U.S. $ 1.697 trillion). The country has come to occupy the 10th position in the world ranking of capital inflows.

The conclusion is on report about the volume of Foreign Direct Investment (FDI) in the world in 2008, prepared by the Brazilian Society of Transnational Corporations and Economic Globalization (Sobeet). This data are from the United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD).

Among the developed economies, the flow of FDI was contracted by 29.2% to $ 962.3 billion. For developing economies, the flow of investments increased 17.3% to $ 620.7 billion, and for Latin America, the growth was 13.2% to $ 144.4 billion.
Internationalization

The report also said that Brazil became last year the most globalized economy of the BRICs. group of group of countries including Russia, India, China, and Brazil.

The ratio of the stock of FDI held and Gross Domestic Product (GDP) of each country, Brazil has the best ratio of 18.3%. It was the first time the country surpassed Russia in attracting investments relative to their GDP. Russia, which previously led the rankings, had investments amounting to 12.7% of its gross domestic product in 2008.

Investments in India meet the proportion of 9.9% of its GDP and China, 8.7%. According to UNCTAD, the average foreign investment in the world relative to global GDP is 26.9%, which indicates that there is considerable growth potential for Brazil and other BRIC countries.

"Never the perception of foreign investors was so positive about Brazil and now," said the president of Sobeet, Luís Afonso Lima. He said that improvement in the evaluation of foreigners due to the good fundamentals of the Brazilian economy, which remained strong even amid the global economic crisis.
Overall Ranking

This view of foreign affiliates in Brazil led the country to rise four positions in the ranking of the major investment destinations last year.

In 2007, Brazil ranked 14th in this list, with investments of U.S. $ 34.6 billion. Last year, Brazil has moved up to 10th place, receiving the inflow of U.S. $ 45.1 billion.

Strong economies with those of Germany, Canada and Italy, for example, lost their positions and were behind Brazil in 2008. And according to UNCTAD, Brazil should further improve the ranking and reach the 4th place by 2011.

For Lima, Brazil should end this year receiving an $ 25 billion. "The value is lower than the last two years, but higher than those of other countries that are falling as much or more than us," explained the president of Sobeet.

Another characteristic of Brazil is highlighted in the study that the increase in FDI in 2008 exceeded the growth of investment by domestic firms in the country, unlike what happened in the rest of the world.

In Brazil, while FDI increased 30.3% from 2007 to 2008, the investment of domestic enterprises in the Gross Fixed Capital Formation (GFCF) grew 13.8%. "Others are seeing Brazil with a more favorable than the Brazilians themselves and also for the rest of the world, the growth forecast is not as good," he said the president of Sobeet.

Facebook cresce para 300 milhões e gera lucros antes do previsto.

O "BOOM"da internet já aconteceu há alguns anos, mas e nessa época, nos dias atuais, que estão aparecendo esses fenômenos criados por jovens empreendedores e criativos, como o Youtube, Facebook, Myspace, Twitter, etc.

Principalmente serviços de download e redes sociais GRATUITOS, viraram febre no mundo da internet.
Tirada de uma reportagem da BBC NEWS, esse post mostra alguns números divulgados pelo Facebook essa semana e analisa o potencial dessas redes em gerar lucros.
O maior site, de redes sociais, do mundo, o Facebook (http://www.facebook.com/) anúnciou essa semana em um conferencia na cidade de São Francisco que eles alcançaram o patamar de 300 milhões de usuários ativos mensais e também revelou que começou a ganhar dinheiro antes do prazo previsto, pois a empresa pensava em gerar lucros apenas em 2010.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Restaurante de areia faz sucesso no verão europeu.


Burger King construiu em uma praia da Inglaterra o primeiro restaurante de areia do mundo. Projeto demorou três dias para ser concluido e foram usadas dez toneladas de areia.


Para promover sua nova linha de sorvetes, a rede de lanchonetes Burger King construiu em uma praia da Inglaterra o primeiro restaurante de areia do mundo. O escultor Mark Anderson demorou três dias para concluir o projeto e foram usadas dez toneladas de areia. O espaço, que fica de frente para o mar, é decorado com mesas, balção e cadeiras vermelhas. Atendentes de biquinis servem os clientes.

Nos quatro primeiros dias após a inauguração, foram vendidos mil sorvetes, no valor de R$ 3 cada. Segundo os organizadores, a verba arrecadada será doada para um hospício. A ideia agradou os consumidores e deve ser replicada em outras praias durante o verão no hemisfério sul.



-----------------------------------------------------------

Apoio:

(English Version)

Burger King staff sand castle to sell ice creams


Sun, sea, sand and … sand restaurants? Visitors to Westonsuper-Mare are having the lot this August bank holiday.
Fast food chain Burger King opened its first outlet made out of sand yesterday, next to the Sea Life Centre, to coincide with the resort's sand sculpture festival.

Proceeds from the sale of the chain's Fusion Mint Choc Swirl ice creams are being donated to Weston Hospicecare.
The 'sand castle' restaurant took three days to build and was made of about 100 tonnes of sand.
It was 12ft high, 23ft long and had an area of about 80 square feet with tables and 15 seats inside.


The sand castle had no roof and customers were able to walk in and out and be served at a sand counter.
Burger King aimed to sell 1,000 of its ice creams to customers, for £1 each. The sand restaurant, constructed by Mark Anderson, owner of Sculptures in Sand, was to be demolished at the end of the day.
Martin Ayres from Burger King said that they had already sold more than 400 ice creams by early afternoon.
He said: "The weather has held up for us today and we have never stopped serving, people have been laughing and taking pictures, it's all a bit of fun."

Habib`s: conheça a história dessa idéia !

O Brasil é conhecido pela mistura entre diversas influências culturais e sua diversidade. Uma das maiores redes de Fast-Food do país é o Habib's, uma rede de comidas árabes. Embora as pessoas de ascendência árabe constituem apenas 7% da população brasileira, um negócio que oferece iguarias como o homus, recheadas de folhas de videira e Taboulé como parte de seu cardápio vende cerca de 120 milhões de refeições por ano.

De um início modesto, há 17 anos com um restaurante em São Paulo, o Habib's cresceu para 260 pontos em 15 dos 26 estados do Brasil, mais o Distrito Federal. O que ainda e pequeno se comparado com a rede americana Mac Donald's que tem 1100 lojas pelo país.
Mas a rede é um sucesso se comparada a outras redes do mesmo setor, o de comidas do oriente médio.
O mais curioso é que seu fundador, Sr. Alberto Saraiva, nasceu em Portugal e não tem laços familiares com o mundo árabe. Sr. Saraiva, 53 anos, veio para o Brasil com sua família quando ele ainda era muito jovem.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Mundo virtual, dinheiro real.

Os jogos on-line criam uma mistura de mentira com dólares de verdade - e já movimentam uma economia avaliada em U$ 1 bilhão


Um dos lugares preferidos do adolescente Marcelo AX, de 17 anos, é uma praça perto de sua casa. É lá que ele costuma passar as tardes com os amigos depois das aulas, jogando conversa fora sobre futebol e garotas, ou comprando coisas dos camelôs da esquina - como chapéus, braceletes, colares e tênis. Seria uma rotina típica para qualquer adolescente, se não fossem dois detalhes. O primeiro é que esse ambiente - a praça, os amigos, os camelôs e os acessórios - não existe. Ou melhor, só se materializa dentro de um computador. Marcelo é dono de um avatar, ou personagem virtual, criado para habitar o universo do Ragnarök, um dos principais games on-line para multidões (os MMORPGs, do inglês massively multiplayer on-line role-playing games). São jogos em que os participantes simulam uma vida normal na internet, com direito a nascer, namorar, se divertir.



O segundo detalhe é o que torna a rotina de Marcelo ainda mais inusitada. Ele aprendeu a ganhar dinheiro de verdade com o hobby. De tanto jogar o Ragnarök, Marcelo acumulou zenys, a moeda virtual do jogo, que se ganha ao cumprir missões como vencer uma guerra ou matar um monstro. Com os bolsos cheios do dinheiro de mentira, incrementou seu personagem com acessórios que lhe aumentaram o poder. E percebeu que as quatro horas por dia dedicadas ao Ragnarök poderiam se transformar em lucro real. Na semana passada, ele colocou seu avatar à venda no Mercado Livre, um dos maiores sites de comércio eletrônico do Brasil, por R$ 1.000. "Meu avatar é um bruxo com nível máximo de poder. Levei um ano para montá-lo", diz Marcelo. E isso vale R$ 1.000? O mercado parece dizer que sim. A oferta recebeu 30 visitas de interessados. "Mais cedo ou mais tarde, vou vender. É uma pechincha."


O caso de Marcelo é um dos primeiros exemplos, no Brasil, de um fenômeno que já assumiu proporções gigantescas nos EUA. Só no ano passado, usuários de jogos on-line gastaram US$ 1 bilhão na compra de objetos virtuais e licenças para jogar, segundo a empresa americana Internet Gaming Entertainment. Recentemente, um único usuário do jogo Project Entropia pagou US$ 100 mil por uma estação de trem - e espera reaver o investimento cobrando passagens de avatares.

"A geração que nasceu jogando esses games não sabe direito qual é o limite entre o mundo virtual e a vida real", afirma Pierre Omidyar, fundador do site de leilões eBay, um dos primeiros a perceber o surgimento do que ele chamou de "a economia dos MMORPGs". Esse fenômeno teve origem em 2003, quando a empresa Linden Lab criou o Second Life, um jogo semelhante ao tradicional game The Sims. A grande inovação da Linden Lab foi dar aos jogadores do Second Life o direito de propriedade exclusiva sobre seus avatares (chamados de "residentes") e os objetos virtuais.




O jogo virou uma febre. E criou uma economia própria, com regras de mercado. Não demorou para que a moeda virtual do Second Life, o linden dollar, passasse a ter cotação em dólar de verdade, com variações diárias e até mercado paralelo. Na quinta-feira 27, um dólar real valia aproximadamente 300 linden dollars. Já no eBay, um lote de 10 mil moedas virtuais, que valem cerca de US$ 33 na bolsa oficial, era vendido por US$ 42,50.

É claro que essa movimentação toda já chamou a atenção das empresas. Com milhões de jovens gastando várias horas por dia no mundo on-line, companhias como Coca-Cola, Intel e Nestlé passaram a anunciar dentro dos games de maior sucesso. A Level Up!, empresa filipina que trouxe o Ragnarök ao Brasil, atraiu a rede de videolocadoras Blockbuster e a marca de cereais Crunch, da Nestlé, para dentro do game. "Quem joga vê mensagens publicitárias dessas empresas", afirma Andrea Bedricovetchi, principal executiva da Level Up!. "É uma mídia poderosa. No último Réveillon havia 10 mil pessoas conectadas."


Andrea não revela qual foi sua receita com publicidade, mas o game coreano Rakion, por exemplo, parou de cobrar assinaturas dos usuários para viver somente da propaganda. "Basta colocar um quiosque da Coca-Cola dentro do jogo para atingir milhões de pessoas", afirma Diogo Silva, diretor do jogo Priston Tale.

Há ainda outra dimensão em que o mundo dos games e o mundo do dinheiro real começam a se confundir. Nos Estados Unidos, o jogo World of Warcraft vem sendo considerado uma espécie de "golfe da nova geração": uma atividade em que se reúnem colegas de trabalho e parceiros de negócio. Só que, em vez de dar tacadas numa bolinha, eles matam alguns orcs.

-----------------------------------------------------------

Apoio:






English Version:

Virtual world, real money.

The MMORPG create a mixture of falsehood with real dollars - and it now move an economy valued at $ 1 billion.

One of the favorite places for AX Marcelo (17 years old), is a square near his house. That's where he usually spent afternoons with friends after school, talking about football and girls, or purchasing things like hats, bracelets, necklaces and tennis. It would be a typical routine for any teenager, if there weren't two details. The first is that place, friends and hats do not exist. Marcelo owns an avatar, or virtual character, created to inhabit the world of Ragnarok, a leading online gaming crowds (MMORPGs, massively multiplayer online role-playing games). They are games in which participants simulate a normal life on the Internet, with the right to be born, dating and fun.

The second detail makes his routine even more unusual.He learned to make real money in game. Playing so much Ragnarok, Marcelo accumulated zenys, the virtual currency of the game, Its possible winning a WOE (War of Emperium) or killing a monster. With a pocket full of zenys (virtual money),he increased his chars with accessories which increased the power, Hp and SP. He realized that four hours a day dedicated to Ragnarök could turn into real profits.

Last week, he put his avatar for sale on the "Mercado Livre Website", one of the largest e-commerce sites in Brazil, for $ 1,000. "My avatar is a High Wizz on maximum power. It took me a year to ride it," said Marcelo.
And that goes for $ 1,000? The market seems to say yes. The offer received 30 requests from stakeholders. "Sooner or later, I will sell. It's a bargain."

The case of Marcelo is an early example, in Brazil, a phenomenon that has assumed gigantic proportions in the U.S.A..
Just last year, the players of online games spent U$ 1 billion to buy virtual objects, according to the U.S. company Internet Gaming Entertainment.

Recently, a single player the game Entropia Project, paid U.S.$ 100 thousand for a train station - and hopes to recover the investment by charging passages avatars.

"The generation that was playing these games really don't know which is the limit between the virtual world and real life," said Pierre Omidyar, founder of site eBay.

This phenomenon originated in 2003 when the company Linden Lab created Second Life, a game similar to the traditional game The Sims. The major innovation of Linden Lab was to give players of Second Life the right to exclusive property of their avatars (called "residents") and the virtual objects.

The game turned into a fever. And created an economy of its own, with market rules. Soon, the virtual currency of Second Life, the Linden dollar, would be quoted in real U.S. dollars, with daily variations and parallel market.

On Thursday 27, a real dollar was worth about 300 Linden dollars. Already on eBay, a lot 10 billion virtual coins, worth about $ 33 was sold for $ 42.50.

Of course, all this movement has already caught the attention of companies. With millions of young people spending long hours in the online world, companies like Coca-Cola, Intel and Nestlé began to advertise in the most successful games.
The Level Up!, a Filipino company that brought the Ragnarok to Brazil, attracted the network Blockbuster video rentals and brand cereal Crunch, Nestle, into the game. "Who plays see advertising these companies," says Andrea Bedricovetchi, chief executive of Level Up!. "It is a powerful medium. In the last New Year's Eve there were 10 thousand people connected."

Andrea doesn't say what was its advertising revenue, but the Korean game,Rakion, for example, has stopped charging users for subscriptions to live only for advertising. "Just put a kiosk in the Coca-Cola into the game to reach millions of people," said Diogo Silva, director of the game Priston Tale.

There's another dimension in which the game's world and the world of real money starting to blur. In the United States, the game World of Warcraft has been considered a kind of "new golf generation": an activity that meet colleagues and business partners. But, instead of a ball to swing, they kill some orcs.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Google, a melhor empresa para se trabalhar !


Algo que sempre me chamou muito a atenção é a maneira "diferenciada" com que a Google trata sua equipe de colaboradores.
Não há como duvidar que suas políticas de RH são satisfatórias, pois basta olhar os resultados alcançados pela empresa, inclusive no período de crise mundial.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A fase de aquisições do varejo nacional.

Entrevista da equipe do G1 (http://g1.globo.com) com o vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açucar, Enéas Pestana.

O varejo no Brasil está mudando muito nos ultimos anos. Na década de 90, quando havia altas de preços por causa da inflação o modelo mais valorizado para se fazer varejo eram os hipermercados, aquelas lojas de 10~12 mil metros quadrados de área de venda onde estão localizados produtos de pra ticamente todos os setores de alimentos e muitos de não alimentos.

Em uma "Hiper Loja" você encontra desde seus cereais matinais, até os pneus e óleo para o seu automóvel.

As pessoas não se importavam em dirigir até à periferia da cidade onde se localizava essas lojas para fazer compras em alta quantidade para estocar em casa, coisa que durava no mínimo 2 horas, muitas vezes enfrentar filas enormes, se perder de seus filhos, pois era necessário que fosse a família toda como se fosse um passeio no parque dos alimentos. Não se importavam pois era necessário devido a inflação que existia em nossa economia.

Porem agora, no século 21, sem descontrole sobre variação dos preços o que se preza pelos consumidores brasileiros, seja ele da classe A ou C, é a conveniência. As chamadas compras de reposição estào em alta, não fazemos mais a compra do mes e sim a compra do dia, muitas pessoas vão aos supermercados 5 vezes por semana, senão todos os dias.

Com isso ocorreu uma necessidade de adaptação por parte das empresas varejistas, e uma das estratégias utilizadas é a aquisição de empresas com posicionamento regional e migração para outros setores, como a exemplo do Grupo Pão de Açucar comprando a ASSAI, Sendas e Ponto Frio.

Com isso, o grupo passou a atuar mais fortemente no setor do "atacarejo" e o setor de "Eletros". Para assim suprir a queda dos Hipermercaods e conseguir levar serviço e conveniência para próximo de seus consumidores.

Um ponto interessante que eu notei da entrevista com Enéas Pestana é que ele cita muito seu otimismo em relação ao setor imobiliário, credibilizando o governo pelas políticas de distribuição de renda e contanto que essa onda refletirá em aumento das vendas do varejo, pois, como ele cita, quem compra uma casa, compra móveis e eletrodomésticos também. Isso pesou muito para o investimento de 1 Bilhão de reais do grupo nesse setor.

Essa visão do executivo é muito importante para nós que estamos empreendendo, um ótimo exemplo de como um bater de asas aqui pode causar um terremoto em um lugar distante, pois todos os setores da economia estão interligados.

Fonte: Globo.com

-----------------------------------------------------------

Apoio:


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Conecte: novos livros eletrônicos fazem sucesso nos EUA

Fonte: Jornal da Globo


Até uns cinco anos atrás, livros eletrônicos eram uma idéia que ninguém levava a sério. Afinal, quem trocaria o bom e velho papel por uma tela de computador? Mas a tecnologia evoluiu e gigantes do mercado estão escrevendo um novo capítulo da história do livro.

O hábito de ir para o parque em um dia bonito e ler um bom livro: será que isso vai durar para sempre? O papel sai cada vez mais caro, destrói o meio ambiente, ajuda a aquecer a atmosfera. E cada vez mais gente prefere ler textos no laptop, no celular, e aqui e ali já há quem use livros eletrônicos.

Nos últimos meses calcula-se que só nos Estados Unidos um milhão desses aparelhos eletrônicos dedicados à leitura de livros e periódicos tenham sido vendidos.

Uma estante tem 1.500 livros e todos cabem em um pequeno livro eletrônico. Cada um dos títulos já está disponível em formato digital para ser transferido para cá, a um custo bem mais baixo do que aquele cobrado pela livraria, em apenas 60 segundos.

Metade dos americanos só lê um único livro por ano, quando muito, e metade dos leitores do principal jornal, o New York Times, sequer compram um exemplar, lêem de graça na internet.

Tom Rosenstiel, Diretor do Projeto de Excelência em Jornalismo em Washington, profetiza que o jornal de papel está com os dias contados. Ele diz que a crise dos jornais americanos não é de falta de leitores, é uma crise causada pela mudança de tecnologia. Os jornais na internet economizam 40% em papel, tinta e distribuição.

Rosenstiel diz que os aparelhos de leitura eletrônica ainda são uma novidade, mas podem ser uma saída para jornais e revistas. O assinante paga em torno de US$ 10 por mês e recebe o jornal toda manhã por transmissão digital.

Rick Bonaparte, que a gente conheceu em um grupo de fãs do livro eletrônico, conta que sempre encontrava o jornal molhado na porta de casa. Agora ele acorda e já pode ler o New York Times, sequinho, no aparelho eletrônico.

O economista Sol Hedaya diz que com o livro eletrônico passou a ler mais. O problema, ele diz, é que o preço ainda é bem salgado, varia de US$ 200 a US$ 489, dependendo da marca e do modelo.

O aparelho mais popular é o Kindle, vendido pela Amazon, a maior distribuidora de livros pela internet. A Amazon oferece 275 mil livros em formato digital a um custo médio de US$ 10. O aparelho se conecta pela rede de celular e a transferência do livro, para o Kindle, leva menos de um minuto.

O novo modelo, com tela duas vezes e meia maior, já pode ser comprado pela internet para entrega neste verão, no hemisfério norte. A tela grande permite a leitura de livros didáticos e documentos com gráficos.

O maior rival é o Reader da Sony, em duas versões que são vendidas em lojas em diversos países, enquanto os aparelhos da Amazon só podem ser comprados pela internet, nos Estados Unidos. Por enquanto, nenhum dos dois modelos é vendido no Brasil.

Diferentemente dos modelos da Amazon, os da Sony não se conectam com a rede. É preciso ligá-los ao computador para baixar os livros e só funciona com Windows, com Mac, não. A Sony fez um acordo com a Google que oferece para o Reader, de graça, 500 mil livros digitalizados.

Todos os livros eletrônicos à venda usam a mesma tecnologia desenvolvida em um laboratório em Cambridge, ao lado da universidade onde o produto foi inventado, o Instituto Tecnológico de Massachusetts. O nome da empresa é o nome da tecnologia, E-ink, tinta eletrônica, mas ninguém pode falar com a gente neste laboratório e a gente não pode mostrar o que eles estão fazendo porque é tudo secreto. Afinal, nenhuma outra empresa conseguiu desenvolver um sistema semelhante.

O Vice-presidente de Marketing da E-ink, Sri Peruvemba, explica que a tecnologia da empresa permite que a energia só seja gasta quando trocamos de página do texto. Por isso a bateria tem muito mais tempo de vida do que qualquer outro aparelho eletrônico.

Outra grande vantagem do livro eletrônico é a tela, que lembra o papel. Ao contrário do monitor de um computador ou de uma tevê nenhuma luz é emitida, por isso a leitura não fere os olhos e o livro eletrônico pode ser lido em qualquer lugar, até tomando sol.

A bibliotecária Lauren Albert é louca por livros, tem quase 10 mil em um apartamento de quarto e sala. É difícil andar lá dentro. Ela diz que era pior, antes que ela adotasse o livro eletrônico, agora quase não compra livros de papel e jogou fora todos os jornais e revistas.

Mas para Lauren, o livro eletrônico nunca vai eliminar o de papel. Um complementa o outro. Ela vai manter os livros que ela ama, e dar, vender ou jogar fora o resto.

Para estudantes que carregam mochilas e bolsas pesadas cheias de livro, como Carmen Hall, 15 anos, o livro eletrônico é uma boa solução. A geração dela usa computador na escola, em casa, o dia todo. Mas Carmen gosta do peso do livro nas mãos, do cheiro do papel. Para relaxar, ela diz, nada como um bom livro de papel.

--

VAREJISTA



Acesse o site: http://www.toratora.com.br/ e entre em contato conosco, temos uma oportunidade para melhorar os seus negócios sem necessidade de altos investimentos. Tecnologia e automação que levará a sua loja para a porta de cada novo cliente.

Ou entre em contato através do e-mail: contato@toratora.com.br


terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Arte do Começo - The Art of Start

Palestra Interessantíssima sobre o livro de Guy Kawasaki, onde ele fala sobre a arte do começo, as famosas Start Up`s.
Ex-Funcionário da Apple, e atualmente presidente de uma empresa de Capital Venture e Private Equity da Califórnia ele expoe na palestra seus 10 melhores conselhos para o inicio de um negócio.
Para você que é empreendedor, ou sonha em ter seu próprio negócio, vale a pena conferir essas dicas que ele dá
Guy Kawasaki presents The Art of the Start at TiECon, May 13."


Tradução da palestra "The Art of Start" do Guy Kawasaki. Traduzido para a iniciativa Laboratório de Empreendedorismo do SOFTEX Salvador - BA




--

VAREJISTA





Acesse o site: http://www.toratora.com.br/ e entre em contato conosco, temos uma oportunidade para melhorar os seus negócios sem necessidade de altos investimentos. Tecnologia e automação que levará a sua loja para a porta de cada novo cliente.

Ou entre em contato através do e-mail: contato@toratora.com.br


Dia do Corinthians - PARABÉNS

Eu como um FIEL torcedor, não poderia deixar de colaborar nesse dia 1 de Setembro - O Dia do Corinthians.

Manifeste-se



VAREJISTA

Acesse o site: http://www.toratora.com.br/ e entre em contato conosco, temos uma oportunidade para melhorar os seus negócios sem necessidade de altos investimentos. Tecnologia e automação que levará a sua loja para a porta de cada novo cliente.

Ou entre em contato através do e-mail: contato@toratora.com.br

TOP 10 POSTAGENS MAIS LIDAS

Receba nossos artigos por e-mail:

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More